Work Text:
"Ah, cara! Eu tenho que fazer isso mesmo?" Hirose reclama enquanto esperava Hifumi e Mukai terminar de preparar um prato. Ele observava os clientes que chegavam por uma lona que separava a cozinha do resto da sala. Ele observou o mesmo tipo de clientes aparecer, normalmente os veteranos mais velhos querendo ver as garotas mais novas vestidas de forma sugestiva enquanto os serviam. Seu olhar imediatamente foi para uma mesa onde Nakamura estava.
Hirose estava surpreso, ele não esperava que Nakamura curtia esse tipo de coisa, ele se emburra, não entendeu o por que ficou zangado com a forma que Nakamura aparamentava estar ali por outras garotas, ele não tinha nada haver com isso! Não é como se ele pudesse julgar Nakamura, olha o estado que as jovens se encontravam!
Hirose só estava naquela situação por que não tinha nenhuma outra garota querendo passar por essa humilhação, seus amigos de alguma forma convenceram ele de se vestir como empregada. Ele sempre foi o segundo mais zuado do trio de amigos, somente atrás do Takeuchi, mas por motivos diferentes. Takeuchi era motivo de chacota pela forma que ele era uma cadela para a """ namorada """, ela simplesmente pediu para que ele se relacionasse com outros garotos! Que idiota!
Hirose só era motivo de piada por que ele era baixo e era meio 'afeminado'? Era essa a palavra correta? Ele tinha o rosto com características aredondadas, bem parecido com sua irmã. Aiki odiava isso entretanto não tinha muito o que ele podia fazer, então só ignorou tudo isso.
Ele acorda do transe em que estava e percebe que nenhuma das meninas foi anotar o pedido do garoto, fazendo ele ficar só sentado naquela mesa por muito tempo. Hirose resolveu ir atender o seu colega, que esperava parado faz um tempo. Aparentemente as meninas não o achava atraente o suficiente para atender o tímido, por mas que Hirose ache ele bem atrente, ele já escutou alguns colegas descrever o rapaz como 'assustador'.
"Nakamura?" Ele se observou a forma que o mais alto se assustou e imediatamente se virou para ele, como se alguém tivesse o flagrafo fazendo algo terrível. O rosto evergonahdo do garoto em sua frente é muito fofo- n-no que ele estava pensando? "Você está esperando alguém?"
"H-Hirose?!" Ele ficou imediatamente vermelho, quase como um tomate. Aiki não pode se segurar além de rir da forma que o outro ficou paralisado. Ele se perguntava se o alto sentia o mesmo. Se ele também sentiu ciúmes quando o mais velho arrumou uma namorada.
"Ah, Nakamura! Você é engraçado." Ele limpa uma lágrima que nem percebeu que estava em seus olhos, não queria pensar que Nakamura estava de olho em uma das garotas ali. "O que você vai pedir?"
"A-Ah eu... V-vou querer um..." Ele imediatamente esconde o rosto no cardápio, tentando disfarçar o rubor em seu rosto. Coisa que puxou outra risada sincera do castanho.
"Um cream Pie...! De morango! E-e.. Só..."
"..." Ele estava em silêncio, "Cream Pie"? Imediatamente começou a pensar em coisas eróticas, o leitor em sua frente se quer sabia o que era um Creampie? Ele ficou fantasiando sobre realmente dar à Nakamura um Creampie, preencher ele de porra até ele ficar cheio. Ele viaja um pouco, perdido em suas fantasias, que imediatamente foram esquecidas com a voz do Nakamura chamando sua atenção.
"Você está bem, Hirose? E-e que você está me encarando faz um tempo- N-NÃO QUE SE-SEJA UM P-PROBLEMA!! Q-Quero dizer-" Hirose volta para seus sentidos, ficando um pouco bravo por pensar nessas coisas com o Nakamura.
"Eu já volto com seu pedido." Ele se vira, caminhando em direção à cozinha, enquanto se ofendia si mesmo, por que estava pensando isso sobre o Nakamura? Eles eram apenas amigos! Isso! Amigos nada mais! Nakamura aproveita o momento e tira uma foto do Moreno com o vestido de servente.
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Hirose volta a mesa de Nakamura, quem estava... Lendo o cardápio de novo? Ele chega mais perto e vê um mangá escondido entre as páginas do cardápio. "Nakamura?" Ele coloca um prato sobre a mesa do garoto tímido enquanto observava a forma rápida que o amante de polvo escondeu o mangá. "Aqui, sua torta! Tomara que goste, caso contrário eu vou espancar o Takeuchi !"
"Ah obrigado Hirose!" Ele olha para torta com água na boca, segurando um garfo de mesa que acompanha o prato, dando a primeira prova na torta, que imediatamente fez o garoto derreter, o gosto era tão bom assim? Hirose fica observando o garoto comer a torta de creme com garfadas. Hirose deu outro riso quando ele acidentalmente deixa um pouco do creme no canto da sua boca, coisa que não ajuda as fantasias do castanho, que fica imaginando o rosto do tímido coberto com gozo. o assunto, que depois de comer metade a torta, percebe que Hirose ainda estava de pé na frente da mesa. encarando ele por um tempo já. "Hi-
"Posso me sentar aqui? Meu turno tá tão chato, eu queria ter ido comorar o novo álbum do aquapet." O castanho pergunta, que observa a forma que Nakamura ficou vermelho e só assentiu com a cabeça. O moreno pega o lugar na frente de Nakamura, como uma desculpa para poder olhar o rosto do amante de polvos. "Eu achei que você estava acompanhado."
Nakamura gela por um momento e solta o garfo. "Na verdade eu não tenho muitos amigos, se é que eu tenho algum nessa escola na verdade." Ele dá um riso sem graça. Hirose entende o por que muitas pessoas não se aproximavam dele, ele é bem alto e assustador pra quem o vê assim, ele provavelmente seria aqueles figurantes se fosse de um anime.
"Nós somos amigos Nakamura! Eu sempre considerei você um amigo." ele apoia a própria cabeça em sua própria mão, observando o outro. Nakamura provavelmente foi a pessoa nais interessante que ele já conheceu nessa escola, tudo nele atraia a atenção do castanho "você é bem legal, é estranho saber que não tem namorada." isso era uma questão genuína, o rapaz era bem gentil, não entendia a zoação que até seus amigos faziam com ele.
"..." Nakamura olha pro prato de novo, parando de sorrir um pouco, ele achava assuntos como "namorada" extremamente des confortáveis, já que seu pai só sabia falar disso, ele era bem tradicional e conservador. Nakamura sempre teve medo de sair do armário, ele sabia que não tinha chances com o Hirose, já que o garoto podia ser homofóbico assim como várias pessoas que já conheceu.
"Eu só tô brincando, eu provavelmente ficaria com ciúmes se você achasse uma." Hirose confessa, puxando o olhar do garoto em sua frente para si. Hirose imediatamente arrumou a postura, isso saiu da boca pra fora, nunca quis dizer algo assim!
Nakamura sentiu suas bochechas enrubescer novamente. Hirose realmente disse isso? Ele sentia o mesmo? Nakamura abriu a boca para responder mas é silenciado com Hirose limpando a garganta. Okuto resolveu não falar sobre isso, não achando a coragem dentro dele para mencionar a fala anterior.
Enquanto ele comia o resto da torta os dois estavam em silêncio, o único barulho sendo dos clientes e do salto do Hirose, que elevava e abaixava o calcanhar calçado para fazer uma breve melodia quanto o mais novo comia. Aiki estava em um conflito interno com sigo mesmo, ele estava ciente sobre seu sentimentos por Nakamura, ele observou a forma óbvia que Okuto sente o mesmo. Ele entende a forma que seu admirador secreto não daria o primeiro passo, então ele estava pensando como faria aquilo funcionar, eles funcionarem.
Nakamura após terminar seu alimento puxa sua bolsa para perto, sua mão viajando entre os bolsos interiores, logo depois puxa uma nota de ¥500 de dentro da mesma. "U-Um extra, caso queira comprar algo para você" Nakamura diz enquanto pensava que suas lágrimas estavam disfarçadas por causa da cortina de madeixas negras.
"..." Hirose aceitou o dinheiro, voltando a observar o garoto em sua frente, ele abre a boca para falar algo e depois a fecha novamente, hesitado por um tempo. "Você quer me acompanhar depois da feira terminar?"
Nakamura volta seu olhar para o jovem em sua frente, ele quase nunca tinha oportunidade de acompanhar o garoto até em casa, não queria dispersar a chance! "S-sim! Eu posso te esperar!" ele sentiu seu humor imediatamente florescer.
"..."Hirose imaginou as cenas de hentais que havia assistido não muito tempo atrás, normalmente em animações assim, dar dinheiro sem necessidade é uma forma de querer com que o outro venda o próprio corpo. Hirose sabia que se Nakamura fosse um garoto de programa ele nunca deixaria o mais novo sair de sua cama. "Eu vou voltar a servir os clientes enquanto o turno não acaba, ok? Você pode me esperar aqui ou ir ver as outras atrações."
O turno foi bem longo, 5 horas inteiras, mas Nakamura não se importava em esperar, ele quer muito passar o tempo com o Hirose, mesmo que o destino não queria eles juntos. Hirose já estava cansado, andar de salto por tanto tempo era bem cansativo, entretanto ele gostava de sentir o Nakamura observar seu corpo. Isso claramente é motivo de orgulho, ele preferia Nakamura ficar o tempo todo o olhando do qie qualquer outra pessoa ali.
Mas finalmente o turno chegou ao fim, Ryo e Kota estavam reclamando sobre o fato que nenhum dos dois haviam cozinhado bem e o trabalho teve que ser carregado quase totalmente pela pobre Hifumi, que não viu problema já que via gastronomia como um hobbie.
Hirose e Nakamura andavam para fora da sala que foi escolhida para o Maid Coffee, conversando sobre coisas paralelas. Até que Nakamura resolve perguntar algo que o encomodava faz um tempo. "Hirose, v-você.. Esse vestido é seu? E-eu digo- você não vai se trocar?"
"Ah, não é meu não! É do clube de teatro e cinematográficos. Eu vou no banheiro tirar essa roupa, quer me acompanhar até lá? Ou prefe esperar lá fora?" Hirose explica, ano que vem ele que vai forçar Nakamura a se vestir de empregada e fazer o garoto ficar de joelho em sua frente.
"A-Ah claro! Não vai ser um problema! Eu posso ir com você!' Nakamura não queria ser um pervertido, mas não iria perder essa chance! Quantas vezes ele se pode dar o luxo presenciar isso?
Enquanto eles caminhavam pelo corredor Hirose gentilmente segurou o mindinho do maior com seu próprio, interlaçando eles. Nakamura sentiu sua alma saindo do seu corpo ali mesmo, já conseguia ouvir as trombetas do Armagedom tocando. Ele apelidou esse dia como o melhor da sua vida.
Ao chegar no banheiro, Nakamura olha os espelhos, olhando seu reflexo, e ajustando uma mecha rebelde em seu cabelo. Parando quando percebe que Hirose ainda estava ali, parado ao seu lado. "A-as cabines estão cheias? S-se estiver com pressa nós podemos ir para outro andar!" Hirose não se conteve com o 'cavalheirismo' e resolveu dar sua cartada final, Nakamura não tinha onde fugir agora.
Hirose dá uma risada e observa o rosto confuso do outro. "na verdade eu quero que você seja um bom cliente para mim, okay?" Nakamura se sentiu meio confuso com a fala do outro. Hirose por outro lado caminhou até ele, até eles ficarem bem perto um do outro. Ele segura a gola do uniforme do outro, puxando para si, e finalmente selando os lábios juntos.
Nakamura imediatamente congela, ele não conseguia acreditar nisso, ele, Okuto Nakamura estava beijando aiki Hirose, seu maior crush durante seu 1 ano do colegial inteiro. Ele sentiu 1001 outros Nakamuras em sua cabeça surtando com o ato do mais velho. Ele olha para o mais baixo quando ele se afasta do maior, lambendo os lábios.
"Eu esperava outro beijo em retorno, Nakamura." Essa frase acorda a amante de BL de seu transe, se aquilo era um sonho Nakamura não queria mais acordar. Hirose puxou ele par a outro beijo, que dessa vez foi correspondido, a mão que estava na gola do outro desceu para a cintura do maior, apertando ela com certa força. Nakamura cora abruptamente e seus braços descansam em volta do ombro do castanho.
O castanho aproveita a aproximação e lambe os lábios do maior antes de iniciar um beijo de língua. Nakamura estava tremendo, Hirose estava tendo toda iniciativa do peguete entre os dois. O amante de polvo aceita o beijo, sendo facilmente dominado pelo outro pela falta de experiência. Outra coisa que Hirose achou bem fofo sobre ele, Não Nakamura era virgem, ele vai aproveitar super o fato que foi ele que tirou a Virgindade do rapaz.
Nakamura quebra o beijo para respirar, ele sentia que ia desmaiar, não acreditava que aquilo era real, provavelmente ele iria acordar em poucos minutos então iria aproveitar o máximo. "Hirose" ele queria pedir outro, ele queria implorar para que Hirose o beliscasse desse sonho.
"Nakamura, você não precisa falar nada. Só seja um bom Mestre para mim. De joelhos." Nakamura imediatamente fica vermelho, ele não esperava em ser o passivo nessa situação. Ele se ajoelha no chão de forma lenta, evitando de olhar para cima. O amante de polvo fica sem ar por um tempo quando ele percebe a forma que hirose segurou a barra da saia que usava, e lenvantou ela, permitindo Nakamura em ver o shorts que ele usava por baixo e uma óbvia ereção.
Nakamura não sabia o que fazer, nunca foi de ler BL erótico! O que aconteceria em marmitinha do amor nessa cena? O QUE ELE DEVERIA FAZER? Que sonho mais esquisito! Ele nunca teria um sonho assim! Ainda mais com o fofo do hirose! Impossível que isso realmente estava acontecendo! "Mestre Okuto está tímido?" Nakamura se enrubesce ainda mais, não queria se pagar de virjola para o amante de caranguejos agora.
Suas mãos lentamente foram até o elástico que agarrava o shorts na cintura de Hirose, puxando o tecido lentamente para baixo. Nakamura se assusta quando a ereção do moreno imediatamente pula para fora. Nakamura paralisa ao ter finalmente a visão total do falo ereto, ele sentiu sua boca encher de água. Ele se sentia como um pervertido.
Sua mão esquerda agarrou a base do pênis, aproximando seu rosto do abono. Ele dá uma lambida experimental, tremendo quando sentiu o gosto salgado. Mesmo com o gosto desagradável, mas viciante. Ele coloca todo o membro na sua boca, Nakamura dá o máximo de si, movimentando sua cabeça e fazendo tudo para não se engasgar com o falo em sua boca.
Hirose arquea as costas em um gemido alto, apertando suas pernas juntas. Ele solta o vestido para segurar o cabelo escuro do mais novo, fazendo o vestido cair sobre a cabeça de Nakamura. Dá pra perceber a falta de profissionalismo na parte do tímido, coisa que Aiki achou bem fofo.
"N-Nakamura!" Ele cobre a própria boca com sua mão livre, tentando abafar os gemidos, eles fazerem isso no banheiro já era perigoso, ainda mais que qualquer pessoa poderia entrar ali.
Nakamura geme enquanto chupava o pau do ""melhor amigo"", sentindo Hirose colocar o salto do sapato contra sua ereção evidente ainda coberta. O amante de polvo tenta buscar mais daquele contato, o que resulta nele se engasgando contra o pênis do Aiki.
Hirose quase gozou quando ele sentiu a entrada da garganta do outro apertar sua glande. "C-cuidado!" Ele aperta a mão contra o cabelo do maior, aproximando ele da base do seu próprio falo. Não muito depois ele puxa sua ereção da boca do outro, a única coisa que conecta eles são fios de saliva e pré-gozo. "O que meu mestre quer que eu faça?"
Nakamura ficou em silêncio, seria tão vergonhoso admitir isso em voz alta. Okuto olha para o apreciador de carangueijos com seu rosto corado, Okuto achava que poderia desmaiar a qualquer momento. "Hirose..." Ele implora baixinho, dando para ouvir só um murmúrio da parte dele.
Hirose não fica satisfeito com a fala do outro e pressiona ainda a mais seu salto contra a ereção ainda coberta do Okuto.
"Me perdoe, eu não ouvi direito." Ele dá um sorriso quando percebe uma das mãos do garoto agarrar a suas pernas.
"E-eu precis-oo! ... Hir-Hirose! Por favor!" Ele geme e arfa sentido Hokuto esfregar seu falo vestido com aquela parte pontiaguda. "H-Hirose! Por favor!"
"Não ouvi direito, mestre. Peça novamente." Ele abre um sorriso, gemendo quando Okuto aperta sua perna com mais força. "Não seja tímido Mestre! Implora para mim, o quê você deseja?" Nakamura queria chorar, ele se sentia patético! Mas ele lamberia o chão inteiro se Aiki o mandasse.
"E-eu qu-quEro v-VOcê dentRo de mim!" Hirose dá um riso satisfeito e retrai seu pé de cima da virilha do outro. "Po-por fa-favor!" Hirose analisa o banheiro por um tempo, ele olha para cada canto, pensado em um lugar apropriado para foder o mais novo.
"Nakamura, se apoie na pia, encare o espelho." Ele ajuda seu admirador nada-secreto a se levantar e andar até a pia. Nakamura se curva, colocando seu braço de apoio no mármore molhado. "Não desvia o olhar do espelho, olhe para mim por ele, caso contrário eu vou punir você."
Hirose caminha para trás do leitor de BL, suas mãos circulam a cintura do maior, buscando a fivela do cinto do garoto. Aiki apoia seu queixo no ombro no ombro do amante de polvo. "Nakamura, você não vai se importar se eu encher você, vai?" Ele olha para os olhos do garoto a sua frente que em momento algum saíram do moreno.
Ele abaixa a vestimenta do outro, puxando a cueca junto, mais ou menos até metade da coxa corada. Hirose leva dois dedos até sua própria boca, chupando os dígitos até sentir que era suficiente. "Eu vou colocar agora. Me avisa quando você querer parar."
Ele usa sua perna para partir as do outro, levando seu dígitos até a entrada de seu admirador, fazendo uma leve pressão para conseguir penetra-los dentro de Okuto. Ele observa cada movimento do jovem tímido, sentindo sua ereção pulsar quando o garoto arquea as costas e gemer seu nome.
Hirose abriu os dedos enquanto fazia movimentos de vai e vem, dilatando o canal do jovem. Aiki voltou seu olhar para o rosto do amigo, que se encontrava cabisbaixo e enrubecido, o pobre rapaz estava tremendo, claramente superestimado pelos dedos e a própria presença do castanho.
O mais novo não precisou de muito tempo antes de começar a se esfregar contra os digitos, isso fez o mais baixo se perguntar se o jovem já fez iso anteriormente. Hirose dá um último toque contra a parede interna do amigo sentindo ela contorcer contra os dígitos, retraindo os mesmos logo em seguida. "Nakamura, eu vou comer você agora! Você quer falar alguma coisa?" Ele volta com o queixo no ombro no rapaz, seu sorriso ainda mais largo como se isso fosse uma coisa bem cotidiana de se dizer. Enquanto Nakamura nega com a cabeça ele se olha no espelho, ele estava patético, não. Ele é patético. Seu rosto estava vermelho, ele estava visivelmente suado pelo valor do momento, seu cabelo bem bagunçado, alguns colado contra seu rosto.
Hirose segura seu próprio falo e o posiciona contra Nakamura, empurrando contra o mesmo. O mais alto dá um grito alto quando sente o pau do moreno entrar nele, imediatamente o acordando do seu transe anterior, suas unhas arranhado o marmore escuro da pia. "Nakamura! Você é tão apertado!" Aiki morde o labio inferior, contendo um gemido trêmulo.
Nakamura joga sua cabeça para trás, seus olhos enchendo de lágrimas, aquela sensação era celestial, o membro do rapaz acertou cada ponto sensível de dentro dele. Ele era uma vadia patética. Ele sempre esteve desesperado por um pau por tanto tempo assim? Ele desvia o olhar do refletor quando sente os dedos do moreno voltarem para seu cabelo, puxando sua cabeça para olhar para aiki. Hirose puxa ele para um beijo com língua e dentes, ambos claramente afetados pelo prazer do ato.
O mais novo se contorce o beijo, ele estava se sentindo patético por ser dominado por alguém menor que ele, ser comido pelo Hirose não foi exatamente o que ele fantasiava sobre eles. Mas puta que pariu, ele precisava do pau do moreno mais do que qualquer coisa na terra nesse momento.
O beijo é quebrado, dando espaço para arfadas e gemidos tomarem conta do som ambiental. Hirose puxa o cabelo do garoto, dando abertura para o pescoço. Aiki começou a mordiscar e chupar a lateral do cerviz do rapaz, querendo marcar aquele ser como apenas seu. Nakamura já leu BL erótico, por mas não gostando deles, afinal nunca foi muito fã de pornografia, mas agora ele entende como os personagens se sentiram. Ele começou a desejar coisas como A/B/O a se realizarem, e Aiki estava marcando ele como seu parceiro.
O Admirador secreto se curvou um pouco dando mais acesso de si mesmo para o castanho. Aiki entendeu o que o garoto quis, sem nem mesmo comentar sobre, começou a penetrar em um ritmo mais rapido e estável, sorrindo debochado do jovem em sua frente.
"Você gosta disso, Nakamura? Você era só uma vadiazinha esse tempo todo, não?" O apreciador de carangueijo lambeu o lóbulo da orelha do mais novo, mordendo mesmo lugar quando sentiu o garoto tremer.
Nakamura levou a mão contra sua boca, tentando abafar o som com o ato de morder sua própria pele. Ele revira os olhos quando sente o falo pulsante acertar sua próstata, sua mente estava limpa, seu único pensamento sendo sobre o pênis do mais velho, fundo dentro dele. Ele concorda com o moreno, ele é só uma putinha, mas queria ser a puta particular do garoto.
Ele queria carregar a descendência de Aiki Hirose dentro dele.
As mãos do moreno desceram, uma deslizando até o falo ereto do Okuto, acariciando a base até a cabeça. Hirose movimenta a intensidade das estocadas combinando a velocidade com a punheta. Nakamura estava tremulo, sua gartanta estava dolorida com a forma que ele gemia o nome do castanho. Coisa que não era nada discreta, que se tivesse alguém fora do banheiro provavelmente estaria ouvindo os dois.
"Nakamura!~ eu vou e-encher você!~" Okuto acenou com a cabeça, ele sentiu o falo do mais velho pulsar dentro de si, Aiki iria gozar à qualquer momento, e não tinha outra coisa que o mais alto queria do que ser preenchido pelo mais velho. Ele mudou sua atenção no espelho, agora olhando o rosto do da sua paixão.
Hirose estava tão vermelho quanto ele, também bem suado, a diferença é que ele estava sorrido, claramente achando divertido as reações do adolescente em sua frente, que babaca! Seu ritmo começou a aumentar, ele tentava enterrar seu falo o mais fundo o possível dentro do seu ficante.
Não demorou muito para Nakamura gozar, jorrando contra o chão e molhando a mão do moreno. Hirose sentiu o corpo do rapaz se contrair contra seu abono, todo o controlhe que ele estava tendo para não ejacular desce rio abaixo, sua mão livre aperta contra a cintura do mais novo, puxando ele par a mais perto. Okuto treme enquanto sente o líquido preencher ele por dentro, exatamente como ele queria.
Enquanto isso, Tamura sai do banheiro na maior pressa que já viu, ele viu Hirose acompanhado do Nakamura entrando no banheiro masculino, ele só queria cobrar o vestido e talvez, só talvez tentar convencer a entrada do mais alto no clube de teatro e cinematográficos. Ele acabou de presenciar a pior cena da vida dele! Não muitos passos depois ele se encontra com Reiko, a garota aparentava estar procurando Nakamura também.
"Idiota! Você viu o Okuto? Eu estava prest-" A jovem de cabelos azulados é interrompida com um grito desesperado do diretor amador, ele estava bem pálido, como se tivesse presenciando um monstro devorador de almas.
"Se você tiver amor à seja lá qualquer entidade que você acredita, não entra no banheiro! De preferência não procura o Okuto hoje!" Ele imediatamente começa a correr para o mais longe o possível, nem parando para ouvir a cultista claramente confusa com a forma que ele saiu.
"Que esquisito." Ela cruza os braços e olha para o banheiro que Arandou acaba de sair. "O que tá acontecendo, em?"
