Work Text:
Zenitsu tremia como uma folha no vento, os dedos agarrados à borda do haori de Tanjiro enquanto os olhos marejados imploravam. "P-Por favor... não me deixem sozinho hoje", sussurrou, a voz um fio rouco que fez Tanjiro hesitar no corredor escuro da pousada. Inosuke bufou atrás deles, a máscara de javali balançando com o movimento brusco.
"Patético! Choramingando como um filhote perdido!", rosnou Inosuke, mas quando suas mãos ásperas pousaram nos ombros de Zenitsu, o toque foi estranhamente contido. Tanjiro sentiu o pulso acelerar – havia algo naquele olhar úmido de Zenitsu, uma entrega tensa que não combinava com seu pânico habitual.
No quarto de tatame, Zenitsu deixou-se cair de joelhos entre eles, os dedos trêmulos deslizando pelo quimono de Tanjiro. "Vocês são tão fortes...", murmurou contra o quadril dele, o hálito quente atravessando o tecido fino. Tanjiro engoliu seco quando Inosuke agarrou os pulsos de Zenitsu por trás, forçando-os nas costas enquanto o rosto do rapaz se enterrava em sua coxa.
"Reclamou tanto pra agora ficar tão mansinho?", Inosuke cuspiu no ouvido de Zenitsu, mas suas coxas cerravam as pernas do loiro que se debatia sem força. Tanjiro viu os olhos dourados piscarem, lacrimejando, mas a boca entreaberta de Zenitsu se esfregava contra o crescente volume em seu uniforme. Era um jogo perverso: cada gemido abafado de Zenitsu, cada tremor fingido, só fazia Inosuke apertá-lo mais, os dedos cavando na carne branca enquanto Tanjiro, perdido, enterrava as mãos nos cabelos amarelos.
Quando Zenitsu finalmente lambeu o contorno do pau rígido de Tanjiro através do tecido, um soluço preso na garganta, foi Inosuke quem arrancou as peças de baixo do corpo de Tanjiro. "Quer ser usado? Toma!", rosnou, empurrando Zenitsu contra a haste saliente. O grito que seguiu foi cortado pela boca cheia – Tanjiro sentiu a língua quente e desesperada envolvendo-o, enquanto Inosuke rasgava o hakama de Zenitsu por trás.
"Vê só como ele treme de alegria!", gargalhou Inosuke, cuspindo na mão antes de enfiar dois dedos no buraco apertado de Zenitsu. O corpo magro arqueou, engasgando no pau de Tanjiro, lágrimas escorrendo pelo rosto colado à virilha dele. Tanjiro tentou recuar, mas as mãos do loiro agarraram suas nádegas, puxando-o fundo na garganta com um choro abafado que vibrou em sua pele.
Inosuke não perdeu tempo. Com um empurrão brutal, enterrou-se no corpo que se abria entre soluços e gemidos roucos. Zenitsu gritou, a boca deslizando do pau de Tanjiro babado de saliva, mas o javali agarrou seu pescoço, forçando-o de volta ao membro endurecido. "Engole, fracote! Você pediu pra ser preenchido!"
Tanjiro fechou os olhos, os quadris movendo-se sozinhos enquanto Zenitsu engolia com convulsões de choro. Por baixo das lágrimas, porém, via o sorriso manhoso nos cantos da boca inchada – Zenitsu arfava, esfregando as coxas uma na outra enquanto Inosuke o fodia com estocadas brutais. Quando o calor explodiu na garganta de Zenitsu, Tanjiro sentiu as contrações úmidas sugando cada gota.
Inosuke rugiu, saindo de repente para virar Zenitsu de bruços. "Minha vez de encher esse buraco guloso!", cuspiu, alinhando-se novamente. Zenitsu ofereceu as nádegas vermelhas, um gemido rouco escapando quando Tanjiro, ainda ofegante, deslizou os dedos em sua bunda dilatada e melada de pré-gozo.
"T-Tanjiro... por favor...", Zenitsu choramingou, mas empinou mais ainda, os dedos enterrados no tatame. Tanjiro entrou devagar, envolvendo-o por trás enquanto Inosuke agarrava os quadris do loiro e enterrava-se até os testículos. Zenitsu gritou, o corpo esticado entre eles, transbordando.
Os movimentos tornaram-se frenéticos, brutais. Zenitsu era sacudido como um boneco, os gemidos estrangulados pela pressão dupla, até que seu próprio pau não gozado jorrou no chão, um arco branco enquanto o corpo se contorcia num êxtase choroso. Inosuke e Tanjiro seguiram, enchendo-o até transbordar.
Quando se separaram, Zenitsu desabou, tremendo, o rosto colado ao chão úmido. "N-Não aguento mais...", soluçou, fraco. Mas quando Tanjiro se ajoelhou para limpar seu rosto, viu o sorriso vitorioso nos lábios inchados antes de Zenitsu desmaiar, exausto e completamente estraçalhado.
