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Jisung observava atônito seu hyung terminar de ajeitar a peruca em frente ao espelho grande que tinha na sala de set para darem inicio a gravação do segundo episódio de ‘SKZ FAMILY’, que iria ao ar na semana do aniversário do fandom stay.
De qualquer forma, todos os meninos se surpreenderam quando Minho saiu da sala de maquiagem e viram o quão lindo havia ficado com os cabelos longos por conta da peruca e a maquiagem feita, principalmente o pequeno Han. Desde que havia colocado os olhos no Lee, ele não conseguia prestar atenção em mais nada sem ser o mais velho vestido daquela maneira.
Os olhinhos estrábicos brilhavam por admiração e, talvez… desejo?! Não, com certeza, não!
Jisung gostava de se exibir com seu papel, um pai de família com dois filhos lindos. Não que ele levasse isso a sério, mas sabia que teria que flertar com Minho durante as gravações, mesmo que fosse só de brincadeira. Vê-lo assim o afetou um pouco.
Minho estava diferente, parecia uma garota bonita, com cabelos longos e lábios carnudos, róseos. Na cabeça de Jisung era uma pena ele estar de calça jeans, ficaria lindo de saia, ou vestido, com belos sapatos de salto. Ele suspirava sem querer, daria tudo para ver aquele homem de vestido.
Não que ele tivesse alguma atração por Minho, longe disso.
Todas as garotas que Jisung já pensou em ficar não eram iguais àquela garota em sua frente. Mas ele apenas pensava mesmo, no fundo Jisung sabia que nunca tinha pegado alguém de verdade, o que o deixava tímido.
Gostava mesmo de se gabar que era um galanteador e deveria honrar isso, mas o que poderia fazer se era considerado um fracasso com as garotas?
Ele nunca deu… aquele passo importante.
Talvez ele apenas não tenha encontrado a garota certa, por isso não pensava muito nesse assunto, ao menos tentava. Por mais que, em alguns dias, Jisung subisse pelas paredes.
Realmente queria uma garota bonita, mas quando se aliviava, se esfregando no seu travesseiro, ele não pensava em um par de peitos. Mesmo assim, sempre que acordava no outro dia, ele jurava a si mesmo que sua heterossexualidade estava intacta.
— Cara, 'cê tá babando. — Seungmin estalou os dedos em sua frente repetidas vezes.
Fechou a boca depressa e desviou o olhar, o fazendo se concentrar na realidade.
Mas a realidade é difícil, como um soco no estômago. Minho estava andando em sua direção, jogando os cabelos para trás e com uma expressão séria.
— Oh, baby… Oi. — Ele disse para Minho, tentando não tremer a voz. Estranhamente, levantou seu olhar para cima e suas bochechas arderam. Ele se sentiu minúsculo como um animal indefeso.
— Não estamos gravando, não sou sua baby, sou seu hyung. — Ríspido, Minho disse ao cruzar os braços. Os músculos não tão grandes, mas visíveis fora da manga da camiseta branca, atraíram o olhar de Jisung.
Ele não entendia porque uma fisgada em seu baixo ventre se fez presente, Minho estava o encarando tão firme e rude que era estranhamente atraente.
— Sim, certo… me desculpe, baby, eu- — Fechou a boca, comprimindo os lábios e apertando os olhos com força, se dando conta do que disse de novo. — Merda, eu… preciso me acostumar.
Minho sorriu, ele esticou sua mão para tocar o rosto de Jisung, o pegando pelo queixo e erguendo sua cabeça. Eles ficaram cara a cara, os olhos do pequeno Han brilhando e ele estava simplesmente maluco, doido para dizer que Minho era a porra da garota mais gata que já viu na vida.
— Você está tão impressionado assim, doce Hannie? — indagou.
Jisung engoliu um seco, abrindo e fechando a boca algumas vezes, mas nada saiu. Minho soltou seu queixo com certa força e sorriu, saindo sem dizer mais nada.
Na hora, Jisung sentiu que poderia respirar direito. Ele agitou sua cabeça, se perguntando por que estava agindo dessa forma. Qual é, era apenas Minho com a droga de uma peruca.
Isso não deveria e nem iria o afetar.
— Que porra — deu um tapinha em seu próprio rosto.
— Ei, você está bem? — Hyunjin apareceu, doce, fofo e gentil, parece até que já estava no personagem.
Jisung pegou os óculos que deveria usar e os colocou, ajeitando como se aquilo fosse atrapalhar ou melhorar a sua visão. Ele rodou a cabeça pela sala e viu que não tinha mais ninguém além deles dois.
— Estou bem — pigarreou. — Hein, você não acha que Minho hyung está diferente? — Mesmo a sala estando vazia, Jisung perguntou baixinho.
Colocou as mãos no bolso da sua calça e encarou o mais velho à sua frente, que o olhava de volta com uma cara meio confusa.
— Diferente como? Ele só está de peruca! — disse o óbvio.
No entanto, Jisung não queria concordar com isso. Hyunjin também estava de peruca, com gloss nos lábios e as bochechas coradas. Mas Jisung não sentiu nada diferente, nada tão grave quanto quando olhou para Minho depois que ele saiu do camarim.
— Não, é só que… — ele suspirou, desistindo de falar. — Não é nada, esquece. Vamos lá, baby.
Ele pegou no braço de Hyunjin e seguiu para as filmagens.
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Na cabeça de Jisung iria ficar tudo bem. Mas na verdade, tudo piorou.
Depois que as gravações terminaram, ele correu para o seu camarim. Sequer atendeu às prestações de ajuda dos staffs para a maquiagem e roupa. Ele se trancou lá dentro, se sentindo um idiota por ser tão fraco.
Sua mente estava nublada, ele estava quase chorando de raiva e de outra coisa, talvez.
Nunca passou tanto sufoco como agora, durante quase três horas seguidas de filmagem. Mas ele também não se lembrava de Minho ser daquele jeito, porra, daquele jeitinho. Muitas coisas mudaram desde o primeiro SKZ FAMILY.
— Merda, por quê…? — Ele deixou sua testa bater contra a porta, suspirando pesado.
Quando fechava os olhos, pensava na tia Lee Know. E em como ela era tão forte, tão boa, tão bonita e gostosa.
Droga, ele nunca agradeceu tanto por seu personagem cometer adultério com ela.
Para dizer a verdade, ele se sentia tão ridículo por pensar nisso agora. Nada daquilo era real, tia Lee Know era apenas uma personagem. Minho era real, mas quando Jisung fechava os olhos, era nela que ele pensava.
— Foda-se… — Ele escorregou sua mão para o seu mamilo coberto pela camisa. — Ela é tão gostosa, porra… Baby, tão boa… Oh, merda…
Sem pensar, ele desceu sua mão mais para baixo, passando por sua barriga e pressionando sua virilha. Apertou seu pênis ficando duro e seu cuzinho piscou.
Claro que ele queria muito pensar em um par de peitos fartos agora, comer uma garota bem gostosa para se aliviar, mas ele não conseguia raciocinar, não com Minho na sua cabeça.
— Eu não posso… — Trincou os dentes, lutando para parar de massagear seu pau por cima da roupa. — Não aguento isso… Não posso, porra!
Desistindo de qualquer resistência, ele puxou a braguilha da sua calça e deixou que ela deslizasse por suas pernas tortas, junto com a cueca, esta que já se formava uma mancha úmida.
Jisung não teve medo começar a se masturbar, e daí que ele estava pensando em Minho? Aquele Minho tinha lábios bonitos, grossos, vermelhos, bochechas coradas e belos cabelos longos que dava vontade de os puxar.
— Oh, oh… Baby… — sussurrou para si mesmo enquanto gemia.
Estava bom, até alguém bater na porta.
— Jisung? Você está aí? — Jisung cobriu a boca com a sua mão livre, apertando suas bolas pequenas quando a voz impaciente de Minho preencheu seus ouvidos. — O que está fazendo? Abra essa porta!
Jisung sentiu cada partezinha de seu corpo arrepiar-se, assim como seu pau deu um solavanco ao escutar a voz característica de Minho. Com a mente ainda turva, ele tentou levantar novamente a calça que estava caída no chão, a fechando por fim.
Pôde notar o trinco se mexendo, mostrando como Minho estava afobado para poder entrar na sala, o deixando ainda mais desesperado. Ele ajeitou o pau novamente para dentro da cueca, lhe causando um desconforto por ainda estar duro, logo após indo abrir a bendita porta.
— Que porra você tá fazendo aqui, garoto? — O Lee questionou assim que conseguiu entrar dentro do cubículo apertado que era o camarim. Olhou desconfiado para o mais novo, reparando como ele estava ansioso e muito nervoso com sua presença ali. — Escutei barulhos estranhos vindo daqui, parecia alguém choramingando, era você, Hannie?
O mais novo arregalou os olhinhos ao terminar de processar a última fala de Minho, levantando a cabeça para o encarar e sentindo suas pernas mais fracas do que já estavam ao notar o sorriso maldoso que adornava os lábios muito bem desenhados dele. Como se não bastasse, Minho ainda estava com seu traje, a calça jeans justa em suas pernas, a camisa que fazia par com a que Seungmin usava e a peruca, com os cabelos caindo sobre seus ombros.
Era óbvio que Minho havia reparado na forma estranha de como Jisung se comportava com sua presença desde que tinha o visto saindo do camarim de manhã. E também era mais óbvio ainda a ereção do mais novo, muito bem marcada na calça jeans azul claro.
— Conta pro hyung, o que você estava fazendo aqui, bebê? — Minho se aproximou de forma cautelosa, colando ambos os corpos. Com uma das mãos acariciou a bochecha gordinha que queimava em tons de vermelho, enquanto com a outra apertou com força a nádega esquerda de Jisung, por cima da calça jeans. — Você estava aprontando sozinho, Jisung? Diz que pensou em mim… fala, Hannie.
— O que pensa que está fazendo?! Eu sou hetero, hyung. — Jisung segurou o choramingar que queria escapar de sua garganta, não deixaria óbvio para o moreno que, sim, era ele mesmo o responsável pelos barulhos citados anteriormente.
— Hetero? — Minho arqueou uma das sobrancelhas observando as bochechas de esquilo do mais novo se avermelharem ainda mais diante da proximidade deles. — Impressão minha ou seu pau ficou ainda mais duro quando apertei sua bunda, senhor hetero?
Minho deslizou com uma das mãos até a parte da frente da roupa de Jisung, apertando a ereção alheia já formada com um pouco de força. Ele estava se divertindo pra caralho, o vendo tentar disfarçar o prazer que sentiu, mordendo o lábio inferior e fechando os olhinhos.
Segurou a face corada de Jisung pelas bochechas rechonchudas, o puxando para mais perto, deixando que seus lábios ficassem a milímetros de distância, sem realmente os tocar. Jisung abriu um pouco os olhos, sentindo seu corpo quente ao notar o quão próximo estava de Minho, e sem ao menos pensar direito, ele direcionou seu rosto para frente com intuito de beijar aquela boca carnuda pintada de vermelho, no entanto, obteve apenas uma risada rouca e sarcástica vinda do mais velho.
— Você não parece ser tão hetero como diz, Hannie. — Minho sorria de forma maliciosa, continuou a encarar Jisung com uma das sobrancelhas arqueadas, adorável. — Gosta de me ver assim? Sente tesão em ver o seu hyung vestido de mulher, docinho?
Minho selou rapidamente os lábios, se afastando mais rápido ainda quando Jisung fez menção de aprofundar o selinho, tinha outros planos para ele. Desceu com o rosto até o início do pescoço totalmente limpo de marcas, beijando lentamente cada centímetro de pele quente que seus lábios podiam alcançar.
Pobre Sung, o garoto começou a choramingar baixinho, como um gatinho, ao sentir a língua do seu hyung deslizar por sua pele. O vento gelado entrava pelas janelas no topo da sala, o arrepiando inteiro. Ele começou a mexer uma perninha na outra para que ao menos conseguisse estimular seu penis deplorável, ao que Minho segurou seus dois braços e o prensou contra a parede.
— M-minho, ahn… — Jisung queria ter forças para poder empurrar o mais velho para longe e, até mesmo bater nele por fazê-lo ter sérias dúvidas sobre sua orientação sexual, mas não conseguia fazer nada além de gemer dengoso enquanto aquela boca carnuda devorava todo seu pescoço como um vampiro.
Estava curtindo toda aquela dominância, penando em conseguir deixar seus olhos lacrimejados abertos para poder observar aquela beldade que estava em sua frente. Ele tremeu quando Minho se afastou e o encarou dentro dos olhos, com os lábios salientes e avermelhados, um pouco borrados pelo batom, por arrastar a boca contra a sua pele. Apenas queria poder beijá-lo com vontade.
— Hannie, você me deixou tão duro. — Minho, apenas por maldade, esfregou sua ereção contra a de Jisung, arrancando tanto um arfar próprio, quanto um gemido fino da boca pequena e entreaberta do mais novo. — O que faremos sobre isso?
Minho novamente se aproximou de seu rosto, lambendo vagarosamente os lábios castigados pelos dentinhos alinhados, logo após indo em direção a orelha totalmente avermelhada.
— O que será que sua baby pensaria disso, hein? — ele sussurrou rouco, lambendo em seguida todo o lóbulo que queimava de vergonha, vendo o corpo de Jisung começar a tremer mais ainda em sua frente e um gemido alto ecoou pela sala. Olhou para baixo curioso, podendo ver uma grande mancha escura na parte da frente da calça clara de Jisung, rindo convencido por isso. — Você já gozou, bebê? Meu deus, quem diria que é tão sensível a esse ponto.
Minho agarrou com força a cintura fina por cima da camiseta de linha branca que Jisung usava, apertando a região com uma força desmedida, atacando finalmente a boca dele. O beijo era todo com ele no comando, já que Jisung mal tinha energias para isso. Jisung sempre foi muito fraco e sensível, qualquer toque ousado o deixava com os nervos à flor da pele.
Talvez a causa disso fosse por ainda ser virgem, e a inexperiência lhe era prejudicial nesse ponto.
Jisung adorou como as línguas brincavam uma com a outra durante o ósculo, aproveitou que o moreno havia libertado seus braços para poder infiltrar com seus dedinhos por entre as madeixas longas da peruca, gemendo ao sentir a maciez dos fios. Sua mente esqueceu totalmente de que era um cara ali, de que era seu hyung quem usava uma simples peruca macia, idealizando a garota perfeita de seus sonhos.
E, francamente, Minho beijava tão bem, muito melhor que todas as garotas que Jisung já teve uma (breve) chance de beijar. Nada do que experimentou antes chegava aos pés disso. O calor que tomava seu corpo, a sensação, isso era surreal, o deixava maluco, meio bobo e idiota. Minho era melhor do que qualquer garota e ele odiava muito ter que admitir isso, porra.
Ele gemeu e grunhiu com a pegada bruta de Minho em sua bunda, pouco se importando por estar sendo literalmente prensado entre a parede gelada e o corpo robusto do mais velho. Ali, nada mais importava, a não ser seu pau que, mesmo ainda todo melado dentro das vestes, já começava a endurecer de volta.
— Hum, baby… — Jisung choramingou ao que o Lee ondulou o quadril, fazendo com que as ereções se esfregavam uma na outra. Sem que ao menos notasse, uma lágrima fina escorreu por sua face, tamanha sensibilidade que sentia, principalmente ao ter seu lábio inferior mordido, preso entre os dentes por alguns segundos, lhe fazendo arfar.
Minho virou o corpo de Jisung com facilidade, o colocando contra a parede antes de se aproximar devidamente, colando sua pélvis na bunda redondinha dele. Se esfregava sem pudor algum naquele corpo, gemendo exatamente ao lado da orelha de Jisung, para o prejudicar ainda mais.
— Min, por favor, baby. — Jisung começou a implorar enquanto empinava mais ainda o quadril para que Minho continuasse o que estava fazendo, com tão pouco ja se sentia burro pelo prazer e desejo, se comportando exatamente como uma cadela no cio.
O desespero de Jisung teve um fim quando as mãos ríspidas de Minho arrebentaram os botões de sua calça. Ele se sentiu tão exposto quando as roupas escorregaram pelas suas pernas e ele ficou nu da cintura para baixo. Ficar assim na frente de Minho era diferente, claro que ele já viu os outros membros, até mesmo o próprio Minho, sem roupa. Mas essa situação era diferente demais.
As bandas da sua bunda foram abertas e ele quis enfiar seu rosto na parede do camarim. Ele rezou para que a porta estivesse trancada agora, e rezou também para que ninguém viesse o procurar.
— Oh… Virgem… — Minho sorriu, ele se ajoelhou atrás de Jisung, apenas para ajudar a calça presa em suas canelas passar pelos sapatos. Mas ele também aproveitou para dedilhar o buraco fechado de Jisung. Estava um pouco molhado e pulsava.
Minho sentiu seu próprio pau pulsar enquanto alisava a virgindade do seu garoto. Baba escorria pelo canto dos seus lábios e ele lambia a boca cheia de batom para se conter.
Era como um lobo faminto.
— Sung, deixe a tia Lee Know cuidar de você? — Minho disse em um tom doce, leve, como uma garota bondosa e delicada que encantava qualquer jovem rapaz.
Jisung tentava fechar suas pernas, até dava pequenos socos na parede em sua frente para tentar se conter, mas seu pau já estava vazando muito.
Minho se levantou para colar os corpos novamente, ele subiu com uma mão até a boca de Jisung e enfiou seus dedos lá dentro por alguns segundos, apenas para os melecar de saliva e passar no rosto de Jisung. Por trás, ele apertou o rosto fofo com uma mão e apertou a bunda pequena com a outra.
— Seja educado, meu menino.
— Sim, foda-se, sim! — Jisung impulsionou seu corpo para trás, ele apenas pôde ouvir o barulho da roupa de Minho deslizando para o chão.
Jisung pensava, merda, se ele estivesse usando um vestido, era apenas levantar e, porra, seu pau grande e grosso estaria ali, pronto para ser socado.
Minho de vestido seria a garota mais linda do mundo.
Mas, ei, Minho não era uma garota, Jisung deveria avisar isso ao seu cérebro. Só que isso era difícil quando se tinha um pau quase enfiado na sua bunda.
— Baby, baby… Por favor, seja boa, seja boa para mim. — Jisung gemeu arrastado, sentido o pênis de Minho roçar em sua entrada.
Isso era insano.
Poderia desmaiar facilmente quando a cabeça grossa o invadiu. Mesmo com a dor absurda, Jisung estava babando e gemendo. Suas pregas foram arrebentadas em segundos e ele teve que se segurar para não gritar.
Minho não era uma garota, era a porra de um homem com um pau grosso do caralho.
E ele era apenas um virgem, hetero e patético.
Forçando seu pau para entrar, Minho segurou muito forte a cintura fina de Jisung, temendo explodir e jorrar porra logo na primeira estocada. Ele tinha um pouco de pena de Jisung por ser virgem e com um cuzinho tão apertado. Em outra ocasião, teria dado a ele uma preparação adequada, mas Jisung era como uma vagabunda que tinha que querer dar em lugares inapropriados.
Uma pena, Minho achava que ele merecia mais.
Muito devagar, seu pau entrou todo, se arrastando para dentro de Jisung, com o calor o envolvendo.
— Não se mova, porra, você é apertado pra caralho.
— Você gosta, baby? Você está sendo uma boa garota para mim, desse jeito, socando todo o seu pau… — Jisung não sabia o que deu em sua cabeça, mas ele estava cuspindo essas palavras.
Minho quis o estapear.
Essas palavras fizeram seu baixo ventre queimar e seu pênis pulsar. Teve que se mover, colando sua testa nas costas de Jisung e gemendo palavrões sem sentido.
Se moveu mais uma vez, entrou e saiu, tão lento que sua alma estava saindo do seu corpo.
Bateu na bunda de Jisung e mordeu o ombro dele, se controlando para não gemer tão alto. Seus cabelos longos já estavam suados e a franja grudava em sua testa. A maquiagem borrada dava uma energia caótica e sensual, deixando o ambiente mais quente do que aparentava estar. E a droga do ar condicionado não estava ligado, para piorar.
Minho teve que socar a bunda de Jisung para se acostumar, ele gemia tão gostoso. A voz dele, na cabeça de Jisung, era suave, doce e bela.
— Baby, deixe-me ver seu rosto bonito… — Jisung pediu, mesmo com vergonha.
Minho não deveria ter ficado corado com aquela fala, mas ele saiu de dentro de Jisung rapidamente, apenas para virar o corpo menor.
Quando se virou, Jisung viu o pau dele, tão grande, com a cabeça vermelha e veias visíveis. Estava pulsando, ele sabia disso e seus dedos coçaram para o tocar.
Jisung nunca tinha tocado em um pau que não fosse o seu, mas aquele pau era tão gostoso, grande e bonito. Jisung ficava com a boca cheia d'água só de pensar naquela coisa enterrada em sua garganta.
Sua vista ficou embaçada, eram as lágrimas caindo.
Jisung queria mesmo chupar um pau, o pau da sua doce baby Lee Know.
— Foda-se, é isso que você quer? — Minho o ergueu no colo, encaixando o pau na entrada de novo, agora mais fácil de enfiar.
Minho passou a meter forte, sem pausa. Jisung sentia seus próprios mamilos roçarem no tecido da camisa que usava ainda, mas ele não ligou. A cabeça do pau de Minho se arrastava por seu ponto sensível a cada vez que ele saía e voltava em uma estocada bruta.
— Você me acha gostosa?
— Sim, você é tão gostosa, baby. — Jisung esticou as mãos para tocar o cabelo de Minho. Passou os dedos pelos cachos bagunçados e os enrolou em seus dedos, enquanto seu corpo dava solavancos para frente e para trás.
Dava para ouvir o barulho do sexo deles e Jisung duvidava que ninguém tivesse notado isso do lado de fora.
— E a sua baby? Ela não é gostosa? Hm? — Minho deixou sua boca perto da de Jisung, roçando os lábios. — Ela não come você assim?
— Não, porra, você é a mais gostosa, é a minha garota bonita — Jisung alisou o rosto de Minho com as pontas dos dedos. Depois disso, as penetrações ficaram mais brutas. Minho chegou a ficar na ponta dos pés para socar o mais fundo que podia, e Jisung ficou sem ar. — Porra, uma garota bonita com um pau grande do caralho.
Jisung fechou os olhos. Sua bunda estava ardendo, mas ele não ligou, não quando sua barriga não parava de fazer ondas e seu cuzinho estava se contraindo muito. Ele sentiu um tapa forte em sua bunda e se encolheu todo.
— Baby…
— Shhh, fique quieto, doce Sung. Me deixe terminar de comer você, porra…
Já ficando sem forças, Minho sentiu as mãos de Jisung em seu rosto. Ele ajeitou seu cabelo que não parava quieto e que, por sorte, não caiu. Jisung o olhava tão encantado, com a boca entreaberta e babando, as lágrimas saindo de seus olhos e os gemidos roucos.
Suas bolas passaram a bater com mais força na pequena bunda dele, mandando seu esperma diretamente para a cabeça do seu pau. Minho tremeu, suas pálpebras vacilaram e ele quase não conseguiu ficar de olhos abertos.
— Ah, meu Deus… Jisung… — sua voz gostosa ecoou em um gemido e ele colou ambas as testas. — Vou deixar você tão cheio de porra.
Jisung segurou o rosto dele pelo queixo.
— Vai me encher de porra? Realmente? — sua voz trêmula sussurrou. — Você é mesmo uma boa vagabunda, baby.
Ao ouvir isso da boca de Jisung, Minho apertou os olhos, gozando muito dentro dele.
Jisung se apertou e não deixou que Minho saísse, se agarrando em seus ombros, puxando seus cabelos e prendendo um gemido agudo em sua garganta.
— Jisung, que merda você está fazendo? — Minho perguntou, desesperado, sentindo seu esperma começar a vazar e seu pau querer sair para fora do buraco quente.
Ele se esfregou na barriga de Minho por alguns segundos até vir pela segunda vez, gozando sua porra rala e clara. Seu rosto corou e seu próprio pênis doeu. Não queria que Minho saísse de dentro dele, nunca foi tão satisfatório ter um pau socado na bunda.
Mas Minho se moveu, seu pênis escorregou para fora de Jisung tão fácil de tão molhado que estava. Na hora que Jisung colocou os pés no chão, ele quase caiu.
Sêmen descia por suas coxas e ele estava com seu buraco dilatado, o pênis grosso de Minho tinha o arrombado de primeira. Jisung se sentia aberto e envergonhado.
— Minho hyung… — Ele começou a chamar, mas Minho riu na hora. Estava vestido com suas roupas, sua calça e a cueca, mesmo com o pênis ainda sensível pelo orgasmo.
— Agora é Minho hyung? — Sem dizer mais nada, Minho foi até Jisung, o segurou pelo queixo e o olhou nos olhos. — Você deveria rever sua heterossexualidade, doce Hannie. Acabou de dar pra mim, sabia? Ficou gemendo no meu pau… mas se você ainda dizer que é hetero, tudo bem… só não vem chorar na minha pica de novo, vagabunda.
Minho soltou seu rosto com certa brutalidade, no segundo seguinte, as batidas na porta soaram com força. Não demorando para abrir e sem se importar se Jisung estava pelado da cintura para baixo, Minho escancarou a porta.
— O que vocês estavam fazendo aqui até agora? — era Hyunjin, ele ainda usava sua peruca e maquiagem. — Nós temos que tirar fotos para o Instagram- — Sua fala morreu quando viu Jisung no canto da sala, suado e sujo de sêmen.
— Entra aí — Minho ofereceu, fechando a braguilha da sua calça. — Você deve cuidar melhor do seu marido, baby.
Jisung, com certeza, tinha muito que se explicar agora.
