Chapter Text
Pov Stiles:
Estava em frente ao bar em Vegas para comemorar a minha promoção no departamento do FBI, estava esperando Scott chegar, mas já fazer um bom tempo que estava ali, a rua era bem movimentada e tinha bastante pessoas passando para lá e pra cá, e ficar ali parado não fazer o meu tipo.
O meu TDAH e minha ansiedade era foda, e Scott sabia disso.
Eu nunca havia vindo em Vegas e eu realmente queria perder pois ficar ali esperando Scott eu não ia mais, então eu entrei notando que estava me seguindo, revirei os olhos e me sentei no pedir pedir um drink qualquer.
Fiquei esperando uma pessoa se aproximar e minha bebida chegou, o barman me passou um papelzinho por cima do balcão me deixando confuso e ele se afastou me dando uma piscadela sorrindo de lado.
Senti minhas bochechas esquentarem e tomei minha bebida de uma só vez. Senti mãos em minha cintura virando meu banco onde estava sentado e encontrei dois pares lindos de olhos azuis acinzentados me encarando.
- Quem é você? E por que está me seguindo? - Perguntei alto devido a música e homem apenas sorriu de lado aproximando seu rosto do meu.
- Respondo se você dançar comigo e depois deixar eu lhe pagar uma bebida. - O homem respondeu com um sotaque fortíssimo britânico, incrivelmente sexy perto do meu ouvido fazendo os meus pelos se arrepiarem.
- E o quê eu ganho com isso? - Perguntei e ele sorriu de lado aproximando seu rosto do meu deixando envergonhado.
- Uma noite inesquecível, amor. - Ele respondeu-me beijando, até me tentar afastar, mas os seus lábios eram incrivelmente viciantes.
Ele pediu passagem com a língua que eu cedi prontamente e nossos lábios se mexiam em sincronia. Quando nos afastamos notei veias negras em seus olhos que se encontravam de outra cor, eles deixaram de serem azuis acinzentados para serem dourados e ao redor da íris era igualmente negro, parecendo duas piscinas de ouro derretido dentro de um carvão.
— O que você é? — Perguntei encantado, nunca havia visto um ser sobrenatural com aquela aparência. Ele tentou se afastar meio assustado, mas eu o segurei pela nuca e grudei nossos lábios um no outro de novo e senti ele relaxar. — Você iria sair sem dar a minha dança e o meu drink que você me prometeu? — Pergunto quando nos separamos em busca de ar. — Gostei da sua ousadia petulante bom senhor. — Digo sarcástico e o homem sorri de lado.
— Eu iria mais apagar sua memória. — Ele respondeu sincero descansando as mãos em minhas pernas e as subindo para minha cintura. — Mas acho que podemos tomar um drink antes de dançarmos. O que acha? — Ele perguntou e eu sorri o trazendo para mais perto roçando seus lábios nos meus enquanto sentia aquela bebida me pegar de jeito, acho que aquele idiota me drogou.
— Que tal irmos fazer um outro tipo de dança bem melhor em outro lugar? — Gente, o que tinha naquela bebida? De onde eu tirei essa coragem toda?
— Que tal a gente casar? — O loiro perguntou e eu ri.
— Sim, eu super topo. — Respondo e sinto suas mãos descerem para minha bunda me fazendo prender as minhas pernas em sua cintura e nos beijamos de novo, sinto o vento bater em meu rosto e ele me ajuda a firmar as pernas no chão.
Quando eu olho em volta, noto que estamos em uma capela, eu me sentia leve, feliz e muito louco por estar fazendo aquilo.
Eu me sentia completamente chapado.
Ele me estende sua mão e eu a seguro sem pensar muito, nós entramos na capela e a decoração era linda, ou pelo menos na minha visão de chapado 2.0. Era fascinante e maravilhoso. Nós rimos que nem dois idiotas ao parar na frente do juiz e ele nos olhou sorrindo divertido, provavelmente por estar casando dois bêbados mais uma vez aquele dia.
— Então, o casal veio se casar? — O juiz perguntou e eu e o homem nos olhamos rindo.
— Sim. — Respondemos juntos e eu pisco meus olhos começando a ver vários anjinhos dançando na cabeça do juiz e eu franzo o cenho, noto que o loiro estava vendo a mesma coisa e eu aponto para aquela direção para logo ver um gordinho pelado acenando para a gente super feliz.
— Você está vendo isso? — O loiro me pergunta baixinho e eu assinto acenando para o gordinho pelado rindo bobo.
— Óh se 'tô. — Respondi analisando o membro daquele homem nu na maior cara de pau e escuto um rosnado vindo do loiro ao meu lado. — Ansioso para a lua de mel. — Acrescentei rindo o fazendo sorrir e voltamos a nos beijar.
— Nomes? — O juiz pergunta e eu olho curioso para o loiro.
— Niklaus Mikaelson. — Respondeu o loiro ao juiz.
— Niklaus Mikaelson, você aceita...? — Diz indicando querendo saber meu nome.
— Stiles Stilinski, me chama de Stiles, pois o meu nome é impronunciável. — Respondi no automático.
— Stiles Stilinski como seu legítimo marido? — O juiz pergunta.
— Aceito. Ele também aceita, podemos pular para parte onde eu agarro ele e consumo meu casamento? — Niklaus pergunta me fazendo rir.
— É só assinarem aqui. — O juiz diz e eu mesmo com a visão um pouco embaçada assino e logo Nik também. — Vocês tem alianças? — O juiz pergunta e Nik assente ao mesmo tempo em que eu nego.
— Tenho, aqui. — Diz tirando uma caixinha de veludo preto do bolso e abre a caixinha revelando dois anéis lindos.
Um era totalmente preto e tinha um M entalhado ali, já o outro, era dourado e tinha também um M ali. Ele colocou o anel dourado no meu e colocou o preto no dele, e ambos couberam perfeitamente. Se esquecendo literalmente do gordinho nu atrás do juiz.
Saímos dali e quando pisco de novo estamos em um quarto enorme com uma cama enorme de casal.
Niklaus me agarrou me prensando na parede e me beijou de forma bruta e selvagem, peça por peça de roupa foi ao chão quando eu me lembrei de uma coisa importante, bom, pelo menos naquele momento para mim era importante.
— Onde você arrumou esses anéis? — Pergunto quando estamos completamente pelados e eu estava sendo prensado na parede por ele.
— Não tenho ideia. — Nik responde me fazendo rir.
— Deve ser obra do destino. — Digo e solto um gemido alto ao ser penetrado o olhando nos olhos.
— Tomare que não seja um sonho. — Niklaus diz sorrindo bobo começando a se movimentar lentamente arrancando gemidos meus.
— Tomare mesmo. — Respondo o beijando.
Senti ele começar a aumentar seus movimentos dentro de mim e suas presas se fincar em minha pele me levando ao primeiro orgasmo da noite, pois sabia que aquele seria somente o primeiro de muitos outros que estavam por vir naquela noite completamente maluca.
