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Chapter 5: New Step

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A recuperação de Violet foi um divisor de águas no relacionamento delas. Caitlyn não queria ser surpreendida encontrando a namorada ferida novamente e Violet não gostava nem de imaginar a amada assim, mas sabiam que não queriam desistir de procurar por Jinx ou buscar melhorar a situação entre Zaun e Piltover. Chegaram ao acordo de que, independente da situação que houvesse, só sairiam em missão juntas.

            Tal decisão fora tomada por valorizarem o bem estar uma da outra, bem como o futuro que planejavam para elas.

Quando Caitlyn decidiu que se tornaria uma Defensora sua mãe ficou louca de preocupação, tentou de todas as maneiras a fazer desistir e optar por outro caminho, mas a jovem Kiramman tinha seus ideais mais elevados que seu senso de segurança. Para a atiradora se tornar uma Defensora não fora uma escolha apenas para afrontar o nome importante de sua família ou um mero capricho, como muitos diziam. Ocupar tal posição era para ela uma real maneira de tentar lutar a favor de quem precisasse.

De início não sabia como, nem ao menos o porquê, no entanto, sentia que era a carreira que estava destinada a seguir. Mesmo com todas as provocações e boicotes, de seus superiores e até mesmo de sua mãe, nunca se sentira menos motivada a realizar seu trabalho que, de maneira nada modesta, sabia ser excelente.

Contudo, nem sempre fora tão cuidadosa quanto devia, perdera as contas de quantas vezes aparecera em casa com algum ferimento, seja por prisões que efetuara ou pelos treinamentos de tiro e combate. A cada vez que recorria a seu pai para ajudá-la com os ferimentos, mesmo os mais simples, sua mãe dava tanta importância que parecia estar com uma doença grave, o que considerava um tremendo exagero. Entretanto, ver Violet tão ferida finalmente a fez compreender todo o alarde de Dona Cassandra.

 Nunca havia tido tanto medo de perder alguém como sentiu no curto período em que passou ao lado de sua namorada desacordada. Depois disso passou a ter pesadelos recorrentes, a cada dia os cenários mudavam, no entanto, sempre marcavam presença em suas noite. Sonhara com Ekko carregando uma Vi sem vida até ela, com Sevika torturando a rosada, bem como a lembrança da amada partindo dizendo que elas eram água e óleo, entre  outros que a machucaram um pouco menos.

Por conta dos sonhos recorrentes Caitlyn adquirira o hábito de acordar, geralmente mais de uma vez, durante a noite para verificar se sua amada estava bem. Boa parte das vezes tinha dificuldade em pegar no sono novamente e ficava admirando a bela mulher adormecida a seu lado, imaginando momentos que gostaria de vivenciar junto a ela.

Em uma dessas noites pensou em algo que não pode esperar o raiar do dia para comentar com Vi.

- Ei, meu amor. – Distribuiu beijos pela bochecha tatuada tentando acordar a rosada. – Acorda rapidinho.

- Já está na hora de irmos para o trabalho? – Violet questionou coçando os olhos.

- Ainda não, mas queria te perguntar uma coisa que estava pensando agora. – Acariciou suavemente a bochecha da amada.

- O que passou por essa linda cabecinha que te fez me acordar no meio da madrugada, Cupcake?

- Você gostaria de ir morar comigo?

- Nós já fazemos isso a um tempo, não é? Dividindo a cama e tudo mais. – A rosada disse confusa.

- Não, meu bem. – Beijou a testa de Vi. – Estou falando de morarmos só nós, na nossa própria casa, com as nossas próprias coisas e total privacidade.

- Podendo andar nua pela casa toda? – Caitlyn riu.

- Sim, definitivamente ter você zanzando nua pela casa é um requisito extremamente importante.

- Então eu adoraria ir morar com você, Cupcake. – Beijou sua amada.

Naquele dia mais tarde foram atrás de anúncios de apartamentos em locação que coubessem no orçamento que tinham com a união de seus salários. Desde que começara a ganhar seu próprio dinheiro Caitlyn deixara de usar o dinheiro de sua família, ao dar um novo passo em sua relação com Violet não seria diferente. E, para a surpresa das jovens Defensoras, não fora difícil escolherem anúncios que agradaram ambas.

Utilizaram seus horários de almoço para fazer as visitações aos imóveis. O primeiro apartamento que foram ver era lindo, mas muito distante da delegacia e da mansão dos Kiramman. O segundo tinha uma ótima localização, até mesmo ficava próximo ao restaurante preferido delas, mas precisava de muitas manutenções e reformas. Contudo, ao entrarem no terceiro apartamento sabiam que tinham encontrado o local perfeito, recém reformado e mobiliado, com ótima localização e espaço, no limite do que poderiam pagar.

O dia em que assinaram o contrato de locação parecia que haviam ganhado um prêmio de tão felizes, porém antes de se mudarem tinham uma tarefa a cumprir. Elas ainda precisavam conversar com os pais de Caitlyn, o que estava deixando Vi inquieta.

- Não precisa ficar assim, eles vão entender. – Disse se assentando no colo da rosada, que estava encostada na cabeceira da cama que dividiam.

- Será? – Questionou incerta. – Minha relação com eles está tão boa, não quero que pensem que estou sei lá, desrespeitando a filha deles ou qualquer coisa assim. – Caitlyn riu. – Qual a graça?

-  Nada demais, apenas estava pensando onde foi parar a garota rebelde da subferia que eu conheci. – Provocou levantando as sobrancelhas.

- Com toda certeza ainda está aqui. – Sorriu convencida. – Mas gosto de ser cuidadosa com quem amo. – Agarrou a cintura da atiradora iniciando um beijo rápido. – E com toda certeza não quero sua mãe apontando uma espingarda para minha cabeça de novo.

Durante o jantar Violet estava tão nervosa que não fora difícil para os Kiramman entenderem que algo as incomodavam.

- Qual de vocês vai contar primeiro seja lá o que queiram dizer? – Cassandra quebrou o silencio estranho e incomum para as refeições que faziam juntos.

- Bom... – Caitlyn iniciou receosa. – O que temos para contar é praticamente um aviso. – Sorriu e pegou a mão de Vi por debaixo da mesa. – Nós viemos pensando sobre o nosso futuro e decidimos que chegou a hora de tomarmos um passo a mais na nossa relação.

- Então vocês iram se casar? – Sra. Kiramman perguntou com uma expressão que nenhuma das duas conseguia distinguir ser boa ou não. - Para outros casais eu diria que é um pouco precoce, mas já passam tanto tempo juntas e nunca as vi brigadas mais de algumas horas, então não acho que seria um equívoco. – Bebeu um gole do vinho em sua taça.

- Não, nada disso. – Vi disse rapidamente. – Pelo menos ainda não. – Sentiu suas bochechas quentes.

- Ainda? – Tobias questionou sorrindo.

- Nós vamos morar juntas, em nosso próprio apartamento. – Caitlyn esclareceu tentando parecer calma e firme, mas a ansiedade começara a se fazer presente.

- O que é praticamente o mesmo. – Cassandra sorriu divertida. – Fico muito feliz por vocês, e me sinto muito grata por minha filha ter encontrado alguém que a faça tão bem. – Seus olhos começaram a brilhar por conta das lágrimas que se formaram e estava lutando para disfarçar.

- Estou muito feliz por vocês, minhas meninas. – Sorriu alegremente.

O período de mudança fora estressante, mas breve. Violet tinha adquirido poucas coisas no período em que morara na mansão dos Kiramman, mas nada que duas caixas grandes e uma mala de mão não pudessem abrigar. Em contra ponto, Caitlyn tinha muitas coisas, ou melhor, armas que não queria abandonar em seu antigo quarto.  A atiradora dera tanta importância a seu querido arsenal, embalando arma por arma com tanto cuidado que até esquecera de escolher e empacotar as roupas que levaria.

- Finalmente esvaziei a última caixa. – Cait disse acomodando se sentando ao lado de Vi em seu novo sofá. – Definitivamente eu tenho mais armas do que me lembrava.

- Será que algum dia vão tentar nos assaltar? Adoraria ver a cara de algum desavisado entrando naquele quarto cheio de armas expostas. – As duas riram. – Agora que terminamos bem que podíamos estrear a casa direito, o que acha? – Se sentou no colo de Caitlyn.

- Gosto bastante dessa ideia. – Segurou o traseiro de Violet enquanto a beijara rapidamente. – Mas a senhorita não está em recuperação ainda? – Disse assim que separaram seu lábios.

- Que tal você me testar para descobrirmos o quão curada estou? – Tirou a regata que estava vestindo e se inclinou para beijar apaixonadamente a mais alta que apertara sua bunda conforme a intensidade do beijo.

Tão depressa quanto sua regata fora ao chão Violet retirara o restante de suas roupas e as de Caitlyn jogando-as desordenadamente pelo carpete da sala. Ainda com Vi sentada sob suas pernas a atiradora envolveu os mamilos rosados com seus lábios a fazendo arfar.

- Parece que por aqui está tudo em perfeito estado. – Cait brincou em tom presunçoso.

- Será? Acho que você poderia investigar um pouco melhor. – Violet disse tentando disfarçar o efeito que as mão de sua amada rodeando suas curvas enquanto distribuía beijos por seu abdômen musculoso.

 - Posso sentir que outras áreas também precisam mais da minha atenção. – Levou uma de suas mãos até a intimidade já molhada de Vi, que soltou um gemido manhoso. – Definitivamente sou necessária aqui. – Sorriu triunfante.

Caitlyn abocanhou um dos mamilos rosados enquanto acariciava lenta e delicadamente o clitóris inchado, fazendo sua amada gemer alto. Contudo, não demorara muito para que Vi movimentasse seu corpo com mais velocidade, praticamente cavalgando sob a mão da atiradora.

- Se soubesse que estava tão empolgada tinha pegado nosso novo brinquedo brilhante. – Disse sorridente.

- Seria ótimo, mas não vai precisar, estou quase lá. – Falou ofegante. – Me fode, Cupcake. – Gemeu alto.  

Atendendo ao pedido de sua namorada Caitlyn a penetrara fundo com dois dedos enquanto Vi esfregava o clitóris na palma de sua mão.

Mete mais um. – Gemeu ofegante. – Mais fundo. – Pediu em um fio de voz.

Assim que a atiradora inseriu o terceiro dedo Violet começou a movimentar seu quadril violentamente até atingir seu ápice, deixando seu corpo exausto cair sob o de Caitlyn.

- Acabamos de nos mudar, mas já estamos dando motivos o suficiente para os nossos vizinhos nos detestarem. – Violet disse ofegante e ambas riram.

Notes:

Para surtos, fanficagens e interações me segue no @dundr4d no Twitter, até a próxima!